Mestra Paulina



Princesa do Cruzeiro de Luz – Mestra Paulina  Vamos falar da mestra paulina, mais na Jurema Sagrada, para falar de alguém temos que ter dados e fatos, abaixo esta todos os bairros de Maceió – AL onde ela passou e viveu. maior parte de sua infância e adolescência.

os dados da cidade de Maceió – alagoas são fatos consumados basta ir e verificar com os moradores do local e ou em estudos de antropológicos de resgates cultura da cidades. 
E histórico e da Mestra e a Mestra que relatou e estamos abaixo fechado com os fatos, e os mais velhos conta para os mais novos, Mais a Grande Ciência da Mestra não e dito, pois assim se perde o encanto.  

VAMOS AOS FATOS DA HISTORIA DO NASCIMENTO DA CIDADE DE MACEIO.

 Originariamente era um terreno alagadiço, daí seu nome tupi Maçayó ou Maçaio-k que significa – “o que tapa o alagadiço”.
  No século XVII, a sesmaria foi doada com a condição de se fundar um engenho  e promover o povoamento das terras. 

Os portugueses chegaram através da Enseada de Jaraguá, ancoradouro natural e logo construíram uma capelinha em homenagem a São Gonçalo, onde hoje está a Igreja Matriz, na Praça D. Pedro II, e fundaram o engenho.

 Em torno deste e da Capela iniciou-se, de forma bem lenta, o povoamento.
O progresso só aconteceria no início do séc XIX devido à exportação de açúcar, algodão, fumo, cereais, madeiras, farinha de mandioca e couro.
 O Porto de Jaraguá impulsionou o crescimento da Cidade que tornou-se Vila em 1815, e Capital da Província de Alagoas em 1839.

 Na década de 1930, chamou a atenção pelo grande movimento literário com a participação de José Lins do Rego, Raquel de Queirós, Graciliano Ramos entre outros.
A partir daí Maceió consolidou seu desenvolvimento administrativo e político, iniciando uma nova fase no comércio e a industrialização.

 Atualmente a Cidade se divide em dois setores de povoamento: a parte alta, no Planalto do Jacutinga, área residencial e a parte baixa, a mais antiga da Cidade, que abrange a zona portuária e o centro urbano.
É um centro de atração turística devido à beleza de suas praias
 AQUI MACEIÓ COMEÇOU A SER CAPITAL

Bairro Jaragua
O BAIRRO DE JARAGUÁ é a própria história de Maceió. Naquele pequeno trecho encravado entre o mar, o Poço e o Centro da cidade, surgiram os primeiros surtos de desenvolvimento da então vila, que cresceu tanto e superou a capital da Capitania, a então cidade de Alagoas, atual Marechal Deodoro, provocando a luta da transferência da capital para Maceió, onde já residia o governador e sediava as principais partições publicas. Esse desenvolvimento do bairro deve-se ao seu porto, que transformou o local num imenso comercio com negócios de todos os rumos.

O Bairro de Jaraguá é a própria história de Maceió. Naquele pequeno trecho encravado entre o mar, o Poço e o Centro da cidade, surgiram os primeiros surtos de desenvolvimento da então vila, que cresceu tanto e superou a capital da Capitania, a então cidade de Alagoas, atual Marechal Deodoro, provocando a luta da transferência da capital para Maceió, onde já residia o governador e sediava as principais partições publicas. 
Esse desenvolvimento do bairro deve-se ao seu porto, que transformou o local num imenso comercio com negócios de todos os rumos.

Maria Padilha – Mestra de Esquerdeira de Jurema - Que foi ser Rainha na Quimbanda

Mas Jaraguá surgiu antes mesmo da povoação de Maceió, originada de um engenho de açúcar de propriedade do CORONEL APOLINÁRIO FERNANDES PADILHA, no local onde hoje é a Praça Dom Pedro II. Aldeia de pescadores foi logo chamando a atenção de quem passava pelo caminho, margeando o mar.(1818)

Maria Padilha
( Nota-se que a Maria Padilha era a primeira dona de cabaré no Porto Jaraguá. mais dai e outra história. mais veja o sobre nome do coronel )  
Na verdade, graças à proximidade do ancoradouro, Jaraguá se tornou aos poucos um centro comercial de grande importância, sendo ocupados por bonitos sobrados, a partir da segunda metade do século passado. A arquitetura da época foi sendo aos poucos modificada.
 Mas o projeto de revitalização, que será executado pela prefeitura, retornará o esplendor do século XIX.
Bairro é tomado pelo comércio, Até a primeira metade do atual século, o comercio era atacadista e varejista. Jaraguá disputava com o Centro a preferência dos consumidores. Detinha grandes lojas de tecidos, chapéus, sapatarias, farmácias e outros estabelecimentos comerciais. Mas o seu forte mesmo sempre foi a parte atacadista, por ser um bairro portuário.
Maceio – Berço das Mestras
 Moradores de vários bairros da cidade de bonde até o Jaraguá para fazer as compras. Depois, o local foi sendo ocupados casas de prostituição, e os consumidores “fugiram”, optando mesmo pelo Centro com mais lojas de todos os ramos do comércio.
A Igreja Nossa Senhora Mãe do Povo, que durante muito tempo era bastante frequentada pela comunidade católica do bairro.

As varias boates e bares do bairro, que detinha toda a zona do baixo meretrício da cidade, atendendo aos Maceioenses, visitantes de outras cidades, e, principalmente, aos marinheiros.

 Tinha boates para ricos e para pobres. A dos pobres ficava no chamado “Duque de Caxias”, enquanto a Tabariz (Mossoró) e outras famosas ocupavam os sobrados da antiga rua da Alfândega (Sá e Albuquerque).

 Cada “zona” tinha um bar, com música e os quartos para a hora de sexo. Sem banheiro, cada quarto dispunha de uma bacia com água e uma toalha. O pagamento era feito logo depois do “serviço” feito. A prostituta ficava com uma pequena parte e dava o restante ao dono da zona. boates mais luxuosas, os frequentadores gostavam mais, porém tinham à disposição bonitas mulheres, cheirosas e bem vestidas, que consumiam bebidas mais caras e garantiam um quarto com todo luxo. Nos fins de semana, fervilhava de gente por todos os lados do bairro. “Filhinhos de papai” desfilavam com seus carros nos anos 50 e 60 pelas ruas de Jaraguá, estacionavam na porta das boates e passavam suas noitadas ao som de boleros.

 A transferência da “zona” de Jaraguá para o Tabuleiro do Martins recebeu o protesto dos boêmios, que reclamavam da distancia. O bairro portuário foi perdendo seu movimento e entrou em decadência.

 ORIGEM DO BAIRRO VERGEL
É DE UM POMAR ÀS MARGENS DA LAGOA MUNDAÚ


MESTRA PAULINA NA VENDENDO FRUTAS NA FEIRA DO VERGEL MACEIO – AL

O bairro do vergel é um dos mais antigos de Maceió, que surgiu de um imenso sítio de fruteiras as margens da lagoa mundaú, habitado no início por grandes proprietários e pescadores. Daí o nome Vergel significa Pomar.

Assim, surgiu o bairro, de um pomar, onde eram cultivadas várias frutas típicas da região.
 Os moradores se reuniam na Sociedade dos Amigos do Vergel (Savel), um autêntico clube de bairro, onde eram promovidos animados bailes.

MACEIO AL

MESTRA PAULINA UMAS DAS PRINCIESA DA JUREMA
 A MESTRA MUITO AFAMADA PELO SEU PODER, E GLORIA DENTRO DA JUREMA

 Mestra Paulina filha de ciganos, que sua família morreu no caminho antes de desembarcar no porto no bairro Jaraguá (O Porto de Jaraguá impulsionou o crescimento da Cidade que tornou-se Vila em 1815, e Capital da Província de Alagoas em 1839.)
 Aonde os primeiros grupos de ciganos veio tentar a sorte no novo continente, muitos não chega ao seu destino, doença fome, sede, frio dentro dos navios.


 A menina cigana foi vendida para uma Dona de Prostíbulo, que morava no Bairro Vergel, já que tentava a vida também no porto vendendo frutas e para ganhar mais um pouco, entre as arvores durante a coleta, pois queria a sua liberdade, Mais Paulina não perdeu o contato com a sua tribo cigana.

 Esta senhora costumava dizer-lhe que ela havia sido deixada ali por uma cigana que esteve de passagem pela cidade, não havendo nenhuma referência de seu pai.

 Talvez pelo fato desta menção, Paulina desde muito cedo se interessou pelo místico, pelo espiritual, aprendendo a colocar cartas e sendo depois, reconhecida como boa feiticeira, estando a sua história repleta de ligação com o povo cigano, apesar de que não haja nada que o prove, mais quem conhece Paulina vê que ela tem o seu mistérios místico cigano.
 Os nomes dos locais eram dados de acordo com as ações e pessoas que ali existiam, a Aldeia do Índio, por exemplo, surgiu com esse nome porque havia índios no local.

 Já a Grota do Cigano, (que passou a se chamar depois de Bairro do Jacinto) deve-se a existência de um grupo de ciganos que, vindo de São Luiz do Quitunde, (O povoado de São Luís do Quitunde foi originado de uma pequena aldeia indígena, descoberta em 1624 pelo holândes Albert Sourth.
 Os holandeses, quando estiveram em São Luís do Quitunde, ergueram um forte à margem do Rio Sauassuí (atual Rio Paripueira) e ainda um canal revestido de ladrilhos, para escoar a madeira.)

 O Jacintinha, não passava de um imenso sítio com predominância da Mata Atlântica, e, em alguns trechos, pequenas casas de moradores. O nome é uma alusão ao rico proprietário Jacinto Athayde, descendente de portugueses, que construiu seu casarão no Poço (ainda hoje preservado) e a ladeira de pedra que dava acesso ao sítio.

 Já na década de 50, atraídos pelas possibilidades de emprego na capital, foram aparecendo os primeiros modos do novo bairro, que surgia com o nome de Jacintinho. A madeira da mata acabou sendo usada para construção de casas.
 A figura de paulina na terra de Maceió na época e ligada à bela moça do cais do Porto de Jaraguá com a cesta de frutas.

 E como ainda era menina, se prostituiria por trocados e escondia de sua tutora Dona Zefa 6 dedos, mestra esquerdeira, que quando descobria que as suas menina escondia dinheiro, batia e maltratava, sendo a sua protegida era Jovina, e Jovina entregava por maldade as companheiras, e a sua protetora era paulina por isso que ganhou o título de protetora das mulheres.

 Cansada do trato abusivo recebido pela “senhora” (Zefa 6 Dedos, também mestra do catimbó e dona do prostíbulo), Paulina foge (literalmente) para Recife, que neste então era o centro financeiro da região, achando que alí teria melhor vida, instalando-se, como não podia ser diferente no Cais do Apolo / Rua da Guia, centro de prostituição, neste então, em pleno apogeu dado enorme fluxo de entrada e saída de barcos, pela condição da cidade nesta época de capital industrial e econômica da região.

 Paulina antes de fugir para Recife ganhou muito dinheiro no cais e nas boates, e a primeira caravana de retirantes para recife La foi ela no meio de homens que ia se alistar na marinha para e a procura de novos rumos, tal como o Zé da Proa, que se tornou mais tarde boêmio pelas ruas.
Paulina com o dinheiro escondido comprou a sua casa de função e nos fundos a sua magia e na grota dos ciganos os índios remanescente a jurememou.

 Lembremos das Mestras Paulina e Jovina, inimigas desde as “bandas de Maceió”, Onde uma mestra esta a outra não vem e se chegar e só demanda.
 Paulina, apesar da maturidade que transmite em seus diálogos, talvez adquirido por sua larguíssima trajetória dentro da Jurema, morreu bastante jovem.

 “Paulina morreu ainda bastante jovem, vitimada por uma série de peixeiradas (facadas) que lhes foram dadas pela mulher de um dos muitos amantes que teve, enquanto estava em um dos “locais de diversão” de mesmo Cais do Apolo.”

 A Presença da Mestra Paulina nas salas de jurema, e de uma mulher conselheira, que sabe a hora de se levantar e cantar e encantar os que ali foi para pedir os seus bons conselhos e ajuda, mestra paulina e uma mestre de amor, e de causas impossíveis, e uma boa mestra e uma grande madrinha para com os seus discípulos luta por eles sempre. 
E consagrada uma Princesa dentro da Jurema sagrada Princesa do Cruzeiro de Luz.
 Cruzeiro mestre Divino,  No trono estais sentadas,Eu to chamando eu to Paulina da Rede rasgada.